sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Redes Sociais no Trabalho. Por que não?

Não é de hoje que vem esta discussão. Muitas empresas restringem o acesso às redes sociais, porém através dos dispositivos móveis essa proibição acaba sendo dribladas.

Várias pesquisas apontam o Facebook, YouTube, Twitter e Instagram como as redes preferidas dos usuários, assim como essas pesquisas apresentam que o acesso à elas durante o horário de trabalho prejudica a produtividade.

Então, o que fazer? Bem, de acordo com a nossa realidade, percebemos que proibir não é a melhor decisão.

 O funcionário deve trabalhar alguns sensos, como o de responsabilidade e autocontrole. O primeiro passo é não cadastrar o e-mail corporativo nas redes para não ser notificado. Nada de ficar enviando mensagens e prolongar a conversa. Seja breve! Reserve um horário para isso. Pode ser no almoço, após as principais responsabilidades do dia. Lembre-se: é o seu emprego, seu nome, sua produtividade que está em jogo. Você não vai querer ver tudo isso indo embora, certo?

Já a empresa deve trabalhar tudo isso a seu favor através da comunicação interna, transformando os perfis corporativos existentes nessas redes sociais em espaços onde os próprios funcionários sejam estimulados a se engajar, se envolver com o conteúdo interno e externo lá postado, trazendo, como consequência, um marketing positivo para a marca.

Algo interessante que pode ser investido é a criação de grupos, onde os funcionários do mesmo setor podem, por exemplo, trocar informações sobre algum assunto antes de uma reunião presencial, para trazer mais agilidade.

Resumindo, o uso consciente estimula criatividade e agilidade o compartilhamento de informações importantes. Tudo isso pode ser resolvido com a criação de um novo modelo de comunicação, para gerenciar todas as ideias que serão trabalhadas. Já teve alguma ideia?

@ideiademkt

 

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