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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Como 7 presidentes de empresa fazem a rotina caber na agenda

Aprenda a fazer seu tempo render com os presidentes de empresas como Facebook Brasil, Sanofi-Aventis e Ogilvy 

Como eles fazem o tempo render

 Ter sob sua batuta uma companhia inteira demanda tempo,  agilidade na hora de tomar decisões e, em alguns casos, o celular ligado 24 horas caso algum imprevisto aconteça. Mas qual a estratégia dos presidentes de empresa para fazer tanta responsabilidade caber na agenda?

Conversamos com os líderes de empresas como Facebook Brasil, Sanofi-Aventis e Ogilvy, entre outras, e todos chegaram a um consenso: ser o principal executivo da companhia ou o dono do negócio exige disciplina e um meticuloso planejamento. Além de começar o dia bem cedo: para alguns, o expediente começa antes mesmo do café da manhã - às 5h30.
Veja quais as táticas deles para fazer uma boa administração do tempo  para que ele renda:

Leonardo Tristão
Quem disse que rede social só serve para que você perca tempo durante do expediente? Pois para Leonardo Tristão, diretor-geral do Facebook Brasil, além de foco do trabalho, ele usa o site para gerir o próprio tempo. Junto com a agenda do celular (que é integrada a outros dispositivos), ele usa os eventos da rede social para os compromissos pessoais.

Mesmo trabalhando em uma operação online, ele afirma que a principal estratégia para gerir o tempo é manter o foco e aprender a priorizar de uma maneira estratégica. E, neste contexto, falar não de vez em quando é preciso.

Planejamento é a palavra-chave para fazer o tempo render, segundo ele. “Existe um ditado em inglês que expressa bem isso ‘planeje o trabalho e trabalhe o plano’”, diz.

Isso não significa que a rotina de um executivo deve ser engessada. Ser flexível, neste sentido, é essencial “para alterar as prioridades à medida que as necessidades imediatas aparecem”, afirma.

“A conexão à internet permite as pessoas trabalharem em qualquer hora e lugar. As ferramentas permitem isso. No entanto, incentivo a minha equipe e eu mesmo pratico a filosofia de que é necessário balancear vida pessoal e profissional. Isso tem muito a ver com planejamento e prioridades”, afirma.

Sérgio Amado
Quem é?  Presidente do Grupo Ogilvy Bra sil

Objetividade. Esta é a palavra de ordem na rotina de Sérgio Amado. E ela se traduz na maneira como ele conduz as reuniões (ele odeia encontros que ultrapassem uma hora) e como lida com e-mails, por exemplo.

“Não faço e-mail com mais de dez linhas”, conta. E, em alguns casos, a resposta não passa de uma palavra, como ok, sim, não, talvez. “Prefiro olhar no olho de cada executivo que trabalha comigo”, afirma. Neste caso, os papos também tendem a não ser muito longos. Dependendo do assunto, não ultrapassam 15 minutos.

Para ele, o papo de que para ser executivo é preciso estar ligado no trabalho 24 horas por dia é besteira. O expediente dele começa às 8h30 e termina às 19h, no máximo, 20h. “Ainda dá tempo de chegar em casa para assistir a novela”, brinca.

Às 21h45, o e-mail do celular é desligado automaticamente. “O celular fica 24 horas open porque tenho família”, diz.
Ernesto Haberkorn
Quem é? sócio-fundador da TOTVs e diretor da TI educacional
A rotina de Haberkorn é milimetricamente planejada. Entre levantar da cama e rumar para o escritório, ele leva, todos os dias, exatamente 1 hora e 22 minutos. Neste período, ele faz 12 atividades. “Cada uma dura de 5 a 10 minutos. É uma espécie de ritual”, afirma.
Às vezes, a rotina começa mais cedo ainda, às 5h30. Ele aproveita este período para fazer atividades do trabalho que exigem mais concentração, como programar.
Apesar da rotina organizada, Haberkorn admite que imprevistos acontecem e prever um espaço para eles na agenda é preciso. Mas, mesmo nestes casos, é essencial assumir o controle da situação.
“As atividades não previstas acabavam consumindo de 30% a 40% do tempo total. Então, eu comecei a me cuidar neste sentido”, conta. Uma das estratégias mais eficazes: interromper conversas não programadas. “Você precisa ter disciplina para fazer isso”, afirma.
Tornar o roteiro da agenda um hábito contribuiu para que o tempo renda mais, ele explica. Por exemplo, no horário do almoço, todos que trabalham com Haberkorn sabem que é o tempo que ele dedica para a academia.
“Aos 70 anos, você já está nos 25 minutos do segundo tempo. Você pensa: ‘eu não posso perder um minuto’”, brinca.

Acacio Queiroz
Quem é? CEO da Chubb Seguros

Para economizar o tempo entre chamar e esperar que a pessoa rume até a sala dele, Acácio Queiroz prefere ir direto para a mesa do funcionário. “Levo três minutos entre ir, voltar e saber tudo”, conta.

A prática garantiu menos reuniões longas e despediosas na agenda. "Só de não fazer tanta reunião e falar direto com as pessoas ganha uma velocidade de tempo”, diz.

Checar e-mail toda hora? Nem pensar. Na agenda de Queiroz, a leitura do correio eletrônico tem hora marcada. “De manhã, antes do almoço, na hora de sair. Responde e acabou”.
Chieko Aoki
Quem é? Presidente da rede Blue Tree Hotels

O dia de Chieko Aoki começa cedo. Às 6h, ela já está se dedicando a algum exercício físico. O expediente começa nos 40 minutos de percurso para o trabalho. É ali, no carro, que ela toma o café da manhã e checa e-mails.

A principal estratégia para fazer o tempo render é não enrolar, diz. “A gente vai e volta. Nossa, isso come um tempo danado”, afirma. “É preciso ter a prática de decidir. É duro, mas é um treino”.

A meta é responder todos os e-mails que recebe no mesmo dia. Se o assunto leva mais tempo, ela responde mesmo assim.
Apesar de usar a agenda do iPhone, ela não largou mão da de papel. “A gente fica refém da máquina, tenho medo que as coisas sumam”, diz.





 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Por dentro do novo escritório do LinkedIn, em São Paulo

Ambiente reflete práticas da empresa, que têm horários flexíveis e áreas para descontração


À primeira vista, o novo escritório do LinkedIn, pode parecer vazio. O fato é que nem todos os 53 colaboradores da companhia estão lá ao mesmo tempo: eles têm horários flexíveis e podem trabalhar de casa. Na sede, que fica em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, muita coisa reflete o conceito de flexibilidade: as mesas são de altura ajustável, vários objetos são móveis e há até espaço que vira área de cofee break, ginástica e reunião, dependendo da necessidade. "A ideia é aliar o escritório ao estilo de vida de cada funcionário, para que ele não se sinta obrigado e sim queira vir trabalhar", diz Alexandre Ullmann, líder de recursos humanos do LinkedIn.

Vista para o rio Pinheiros, da sacada do escritório do LinkedIn

A nova sede tem 1.700m² e é própria. O LinkedIn, que está no Brasil desde o fim de 2011, estava antes em um prédio alugado

 "A ideia é aliar o escritório ao estilo de vida de cada funcionário, para que ele não se sinta obrigado e sim queira vir trabalhar", diz Alexandre Ullmann, líder de recursos humanos do LinkedIn.

 
Detalhe da sala de reuniões: nove delas podem ser usadas sem agendamento prévio. Elas ganharam nomes de praias brasileiras, após votação entre os funcionários

No Auditório do LinkedIn: a cada 15 dias, todos os funcionários da empresa, no mundo todo, se reúnem em videoconferência.
Quadro feito por funcionários do LinkedIn: no primeiro dia no novo escritório cada um recebeu uma parte com uma figura a ser pintada.

Como o horário de trabalho é flexível, dá até para os funcionários do LinkedIn agendarem uma partida de tênis de mesa.

Os funcionários do LinkedIn recebem vale-refeição para almoçar onde quiserem, mas há sempre saladas, frutas, sucos e biscoitos disponíveis na geladeira.

Espaço livre no escritório do LinkedIn vira área para coffee break, reuniões e até área para atividades físicas

Na sede do LinkedIn, todas as mesas têm altura ajustável. Se preferirem, os colaboradores podem até mesmo trabalhar de pé
Espaços de convivência estão espalhados pelo andar, na sede do LinkedIn
Funcionários conversam no LinkedIn. Muitos usam fones de ouvido o tempo todo, pois precisam se comunicar com as sedes da empresa em outros países
Na sede do LinkedIn, é comum ver colaboradores transitando pelo ambiente de patinetes


By Revista Exame

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Você rende mais de manhã ou a noite? Dicas para adaptar seu relógio ao seu dia-a-dia.

 Se você não consegue adaptar sua vida ao seu ritmo biológico, resta adaptar seu relógio ao seu dia-a-dia. 
 
Você sabia que nosso desempenho, profissional e social não é linear durante o período em que estamos acordados? 

Nosso desempenho físico e mental oscila por fases de melhor e pior rendimento de acordo com nosso RELÓGIO BIOLÓGICO. Para piorar, cada um tem seu ritmo, um momento de melhor performance. Há quem prefira o período da manhã, são os chamados matutinos, outros já se saem melhor a tarde ou mesmo a noite, são os vespertinos.


Esses dois perfis (matutinos e vespertinos) acometem cerca de 20 a 30 % da população. A maioria, no entanto, está em estágio intermediário e conseguem migrar o rendimento para um ou outro período do dia com hábitos e comportamentos sem grande sacrifício


Em qual grupo você se encaixa melhor? Como se adequar às exigências do trabalho?


Vamos entender melhor essa classificação e seus determinantes:


Matutinos

São pessoas que acordam cedo, de bom humor e dispostos. Tomam café em casa e têm bom rendimento no trabalho na primeira parte do dia. Dormem cedo e por vezes despertam antes do despertador. No fim do dia estão cansadas e sem pique para uma vida noturna muito agitada.



Vespertinos

São pessoas que preferem acordar mais tarde e rendem pouco pela manhã. Quando despertadas “na marra” ficam irritadas e mal humoradas. Pela manhã mostram-se lentas, pouco produtivas, sem energia para atividades físicas ou mentais. Melhoram o rendimento durante o dia e trabalham melhor à tarde ou mesmo a noite e preferem dormir mais tarde.



Indiferentes

É aquele que consegue se adaptar mediante rotinas e comportamentos à necessidade de vida vigente. Nesse grupo pode haver uma leve predisposição a um ou outro período.



 Determinantes do Relógio Biológico



Em parte, nosso relógio biológico é determinado geneticamente. As pessoas nascem predispostas a ter um ou outro ritmo durante o dia. No entanto, existe uma contribuição  importante dos hábitos, da rotina, da exposição luminosa e do contexto profissional e mesmo social.

O mundo atual privilegia as pessoas com hábitos mais matutinos. Infelizmente grande parte dos trabalhos tem horários engessados dentro do difundido “horário comercial”. Muita gente fica obrigada a despertar cedo e exercer atividades pela manhã.



Os vespertinos são tidos como preguiçosos, portadores de insônia ou depressão. No entanto, estudos mostram que são pessoas altamente produtivas, criativas e inteligentes.



Como não conseguimos alterar nosso relógio genético, então nos resta adequar nossa vida para nossos períodos de melhor rendimento ou modificar nossos hábitos a fim de minimizar o impacto das atividades necessárias feitas na hora que a gente está menos preparado.







Como uma pessoa com hábitos mais vespertinos pode render mais pela manhã?

Como ligar e desligar nosso cérebro com mais rapidez e eficiência?






  Como ser ativo pela manhã:


Regularidade e rotina

A rotina é um potente regulador do relógio biológico. Procure na medida do possível, estabelecer horários para ir dormir e acordas todos os dias. Evite trabalhos com turnos variáveis, viagens frequentes (com muitos fusos horários), oscilar muito o horário de dormir e acordar nos finais de semana , feriados e nas férias.





Controle da luz

Nosso cérebro é relativamente treinado a acordar com a luz e relaxar no escuro. Isso não é o único determinante do ciclo, mas é um fator importante. Ao acordar cedo, procure abrir logo as janelas e deixar a luz do dia entrar no quarto e em toda a casa. A luz atingirá um núcleo dentro do hipotálamo (uma parte do cérebro) chamado núcleo supraquiasmático, ele despertará o cérebro.








Alimentação matinal

Pessoas com tendências VESPERTINAS costumam sair apressados e mal humorados de casa pela manhã quando tem que acordar cedo. Geralmente acordam sem fome (até porque dormiram mais tarde e comeram mais tarde no dia anterior). Nesses casos é recomendável tomar café da manhã. Mesmo que seja pouco. Alimentos com carboidratos, proteínas e cafeína despertam o cérebro. Prefira fontes alimentares saudáveis e produtos integrais. Deixe a mesa do café já no jeito antes de dormir e procure não pular essa importante refeição.



Exercícios físicos matinais

Procure se exercitar cedo, isso libera adrenalina, eleva transitoriamente o cortisol e derruba a melatonina (que é o hormônio do sono). O ideal seria a atividade aeróbica e, de preferência, ao ar livre (pelo componente da luz do dia). Caso não seja possível um exercício mais intenso, busque, pelo menos, um alongamento, um caminhada (levar o cachorro para passear, comprar jornal na banca, tomar café na padaria, regas as plantas no quintal, etc.). Evite despertar e sair apressado direto para o carro rumo ao trabalho.



 Tomar banho pela manhã

Isso realmente funciona. Para quem não acorda no clima “comercial de margarina”, esse é um conselho útil. Quando você toma um banho morno pela manhã, o cérebro fica sem saída, precisa se ativar para regular a temperatura corporal.



Procure dormir mais cedo

Seu despertar depende diretamente da qualidade da sua noite de sono, isso é meio óbvio. Se você dorme mal, seja em quantidade, seja em qualidade de sono, você acorda mais irritado, distraído, cansado e sua manhã fica improdutiva. Vespertinos gostam de dormir mais tarde, não tem muito sono antes da meia-noite. Para ajeitar isso é fundamental seguir recomendações para desligar mais precocemente o cérebro:



- Vá para cama mais cedo e procure se desligar das atividades do dia.

- Reduza a iluminação a partir das 21 horas e evite exposição a notebook, tablets e telas de celulares.

- Evite alimentos estimulantes, álcool e atividade física extenuante após as 18 horas.

- Faça atividades relaxantes próximas da hora de deitar.

Confira se você é matutino ou vespertino


Fonte: Neurologista Leandro Teles
By: Canal do Empreendedor

sábado, 6 de julho de 2013

Intercâmbio de trabalho na Disney exige visual tradicional




      


Aparência importa, e muito. Pelo menos para os estudantes que têm interesse em participar de um intercâmbio de trabalho na Disney, na Flórida (EUA). A atenção é necessária porque o item é quesito eliminatório para o programa. "Quem tem luzes californianas, por exemplo, é orientada a pintar o cabelo. Quem tem alargadores, já deve se programar para retirar o acessório com antecedência para não deixar marcas, e assim por diante. O que não pode é chamar atenção", diz a gerente de intercâmbio de trabalho da STB, Rosana Lippi.

"Eles são bem chatinhos quanto ao visual, mas confesso que a empresa no Brasil é mais complicada com isso do que eles mesmos. Fiquei assustada com histórias do tipo 'vão te botar no sol e ver se o furo de piercing aparece'. Mas não teve nada disso. Lá foi tranquilo. Eu mesma tirei meu piercing durante o trabalho e muita gente tirava antes e colocava na saída", diz a estudante K.F., 22, que prefere não ser identificada. Ela participou do ICP (International College Programa), na temporada 2011-2012, e ficou na Disney por três meses.

A Disney é exigente quanto ao tipo de penteado e corte usados por seus funcionários. Meninas não podem ter o cabelo tingido e meninos não podem usar cabelos compridos. "Estilos extremos não são permitidos", diz o regulamento, que exige ainda o uso de roupas íntimas adequadas e uma boa higiene pessoal. 

Mesmo com a difícil seleção, estudantes que fazem o intercâmbio consideram uma boa experiência profissional. A estudante Mariana Martinez, 21, fez o ICP na temporada 2010-2011. "Conforme fui conhecendo o programa percebi que poderia ser uma ótima oportunidade profissional. A fluência no inglês é um dos benefícios. É uma oportunidade para praticar mais, aprender as gírias e o idioma no dia a dia", diz.

O estudante de turismo Álvaro Reis, 21, já fez dois intercâmbios de trabalho para os Estados Unidos começando pelo ICP, na temporada de novembro de 2009 a fevereiro de 2010. Ele conta que escolheu o programa por enxergar uma oportunidade de crescimento profissional. "Amadureci muito. Essa experiência funciona como uma ponta de independência. E para quem tem entre 18 e 20 anos, é uma ótima oportunidade de crescimento pessoal, porque você aprende a se virar sozinho em todos os sentidos", diz Reis. 

Para Álvaro, a comida e a longa jornada de trabalho, que é de 30 horas por semana, foram os pontos mais difíceis da adaptação. "Sofri muito com a alimentação. É muito diferente do Brasil, muita junk food, e a jornada de trabalho é bem longa. Ficamos muito tempo em pé, o tempo para comer é curto e quando você se acostuma com essa rotina, já é hora de voltar", conta o estudante.



O programa de intercâmbio para a Disney mais popular é o International College Program, ou ICP, pré-requisito para os demais intercâmbios do mesmo tipo e com destino à terra do Mickey. Após o ICP, o intercambista pode retornar para participar dos programas Guest Relation Program, onde trabalha como representante cultural de seu país na Disney; Super Greeter, no qual o profissional treina equipes e guia grupos de turistas brasileiros, e do Hospitality Certificate Program, onde o profissional graduado em turismo, hotelaria ou administração trabalha nos parques e estuda durante um semestre no Rosen College of Hospitality Management.

Para todos os programas é obrigatório ter mais de 18 anos e falar inglês fluentemente. Apenas o ICP recebe estudantes. Para os outros três intercâmbios de trabalho na Disney, o candidato já deve ser graduado e pode optar por apenas trabalhar ou trabalhar e estudar. Os períodos dos programas variam de três meses a até um ano. 

By: http://educacao.uol.com.br/

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